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Cultura

Escritor e contador de histórias Gregório Filho participa de agenda literária em Rio Branco

Rose Farias
24.10.2018 18:07
Atualizado 24.10.2018 às 18:07

Membro da Academia Acreana de Letras, o escritor e contador de histórias Francisco Gregório Filho estará em Rio Branco para participar de agenda literária de 25 a 29 deste mês. Gregório vem como convidado da Sociedade Literária Acreana (SLA).

A programação tem o apoio do governo do Estado, por meio da Fundação de Cultura Elias Mansour e da Secretaria de Estado de Educação e Esporte (SEE).

A agenda se inicia com sua participação num sarau na Escola Oiticica, nesta quinta, 25, às 15 horas, na Baixada da Sobral.

Entre as atividades, nesta sexta-feira, 26, às 19 horas, no Casarão, o escritor lançará seu mais novo livro, intitulado Guardados do Coração. A publicação é da Semente Editorial, organizado pela produtora editorial e designer gráfico Larissa Kouzmin e Ana Clara das Vestes. Entrada franca.

Na segunda, 29, a partir das 8 horas, haverá a roda de conversa com educadores, arte-educadores e contadores de histórias no Centro de Multimeios da prefeitura de Rio Branco. A agenda se encerra às 18 horas, no encontro aberto com o escritor, na Filmoteca Acreana.

“Convite posto e proposto. Além dos autógrafos, vou contar muitas histórias: mitos, lendas, romances, crônicas, contos e causos. E ainda, abraços e firmezas”, comentou o escritor.

Gregório desenvolve oficinas de formação de contadores de histórias para vários públicos.

Sobre o escritor 

Francisco Gregório Filho nasceu em Rio Branco, no Acre. Reconhecido contador de histórias, Francisco tem no seu repertório obras que procuram dar conta das muitas histórias vividas e escutadas pelo Brasil a fora.

É autor do livro Ler e Contar, contar e ler – caderno de histórias (Letra Capital), mesmo título da oficina que promove por todo o Brasil para ensinar o ofício da contação de histórias

Formado em artes cênicas pela UNIRIO, atuou como ator e diretor. Foi gestor de programas e projetos culturais nas áreas de música, radio e teatro. Na década de 1990 começou a se dedicar às questões da leitura, tendo sido um dos organizadores do Programa Nacional de Incentivo à Leitura, implantado em 1992, na Biblioteca Nacional (1992 a 1996).

Desde então desenvolve oficinas de formação de contadores de histórias para educadores sociais, estudantes e profissionais de diferentes áreas.

Como contador de histórias, vem se dedicando especialmente a um repertório voltado para os contos populares brasileiros.

Lembranças Amorosas, publicado pela Global, Difícil Passagem, editado pela Santa Clara, e Dona Baratinha e Outras Histórias, lançado pela Rocco, refletem em parte esse repertório.

Criou a rede de Casa de Leitura no Estado do Acre, na época como diretor-presidente da Fundação de Cultura Elias Mansour.

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