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Governo

Gladson Cameli entrega equipamentos médicos para hospital e maternidade de Tarauacá

Samuel Bryan
01.03.2019 10:33
Atualizado 01.03.2019 às 10:33

Em visita a Tarauacá na manhã desta sexta-feira, 1, o governador Gladson Cameli realizou a entrega de diversos equipamentos médicos e de escritório para o Hospital Dr. Sansão Gomes e a Maternidade Ethel Muriel Geddis.

Governador entregou diversos equipamentos médicos e de escritório para o Hospital Dr. Sansão Gomes e a Maternidade Ethel Muriel Geddis (Foto: cedida)

São kits para pequenas cirurgias, curetagem uterina, cateterismo umbilical, tesouras cirúrgicas, mesas, desfibrilador, centrífuga laboratorial, berço pediátrico e dezenas de outros equipamentos, desde necessidades básicas para o bom atendimento, até bebedouro industrial e materiais de escritório.

O governador aproveitou a visita para destacar que determinou à área de saúde do Estado que uma equipe faça uma verificação de todas as unidades hospitalares do Acre, organizando relatórios de necessidades e infraestrutura.

O objetivo é poder definir um plano para contratação de especialistas médicos, fornecer remédios e melhorar as condições de atendimento principalmente nos hospitais do interior, para que seja economizado com o serviço de Tratamento Fora de Domicílio (TFD), cujo gasto chega a quase R$ 500 mil por mês.

Estado precisou decretar estado de calamidade pública na saúde do Acre, mas se esforça para reverter o quadro (Foto: cedida)

Ainda assim, Gladson Cameli relembra que a situação da saúde do Acre foi entregue de maneira dramática, exigindo um decreto de situação de calamidade pública dos serviços por falta de profissionais. Conforme o decreto, existe “grave comprometimento” da execução dos trabalhos oferecidos pela saúde estadual por conta da insuficiência de profissionais para atendimento da demanda.

“O que fizeram com nossa saúde foi um crime. Tudo onde nós olhamos, encontramos erros. Resumindo a história: temos que começar do zero. Eu estou determinando a realização todas as mudanças possíveis. Mas eu preciso da paciência do povo. Eu sei que a saúde não pode esperar. Isso me dói o coração”, conta o governador.

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