“Viemos para integrar as equipes que estão trabalhando, fazer um mapeamento da magnitude do evento e as consequências, os danos humanos. Agora nós vamos às áreas alagadas, identificar os pacientes que fazem tratamento de hemodiálise, TFD ou grávidas que estão em abrigos para que os tratamentos não sejam interrompidos”, disse a coordenadora da Força Nacional de Saúde, Conceição Mendonça.
Esta é a terceira missão do ano da Força Nacional de Saúde. A primeira foi atuar nas alagações que atingiram o Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo. A segunda também envolveu o Acre, com operação conjunta com o Amazonas no possível surto de rotavírus que atingiu aldeias indígenas.
Sheila Almeida é uma das três integrantes da Força Nacional de Saúde que já está no Acre. Ela acompanhou a missão que atendeu as comunidades indígenas. Nos próximos voos devem chegar mais reforços da área de saúde para trabalhar de forma integrada com as equipes que estão aqui.
Para manter a mesma linha de atuação na tomada de decisões, não perder o foco e otimizar a disseminação de informações foi montado um gabinete de gestão integrada da alagação, coordenado pelo governador Tião Viana, com a participação do Estado, prefeitura, 7º Batalhão de Engenharia de Construção, 4º Batalhão de Infantaria de Selva e comunidade solidária.











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