Polícia Científica apresenta balanço dos trabalhos nos primeiros seis meses

Ao todo, foram contabilizados 49.403 mil procedimentos entre 1 de janeiro e 30 de junho de 2017 (Foto: Alexandre Noronha/Secom)

A Polícia Civil através do Departamento de Polícia Técnico-Científica (DPTC) divulgou na manhã desta quarta-feira, 5, um balanço de todo o trabalho realizado pelos institutos que compõem o DPTC. Ao todo, foram contabilizados 49.403 procedimentos entre 1 de janeiro e 30 de junho de 2017.

O Instituto Médico Legal (IML), por exemplo, realizou 4.320 atendimentos, entre exames de corpo de delito, conjunção carnal, cadavérico, psiquiatria forense e seguro DPVAT.

Já o Instituto de Análise Forense (IAF) realizou 1.183 testes de química, toxicologia e biologia forenses, além de exames pré-DNA.

No Instituto de Criminalística (IC), foram atendidas 1.424 solicitações de perícias de trânsito, crimes contra o patrimônio, incêndios, análise balística, documentoscopia – verificação da autenticidade de documentos -, identificação veicular, merceologia – avaliação do valor de bens -, informática forense e crimes ambientais.

Microcomparação balística analisa projéteis de armas de fogo suspeitas de uso em crimes (Foto: Alexandre Noronha/Secom)

“Estamos em busca constante para aprimorar cada vez mais nossa oferta de serviço. Todo trabalho desenvolvido pelos institutos é de forma integrada para que os processos que tramitam entre eles possam ser informados com mais celeridade. São mais de 40 mil procedimentos realizados nestes seis primeiros meses, um acréscimo de 2,04% comparado ao mesmo período de 2016”, destacou diretor-geral do DPTC, Halley Márcio Villas Boas.

Identificação e cédulas de identidade

Com o maior número de atendimentos realizados à população, o Instituto de Identificação Raimundo Hermínio de Melo contabilizou 41.676 atendimentos que vão desde emissão de cédulas de identidade a reconhecimento de cadáver por meio da papiloscopia – método de analise de impressões digitais – que permite acesso a informações sobre determinada pessoa.

“A Polícia Civil utiliza recursos tecnológicos de última geração que possibilitam uma investigação de qualidade, transparente e compromissada com a materialidade das provas contribuindo bastante com a veracidade dos fatos e ajudando a justiça na elucidação de crimes”, finalizou o secretário de Estado de Polícia Civil, Carlos Flavio Portela.

Compartilhe:

WhatsApp
Facebook
Twitter