Reeducandos desenvolvem trabalhos agrícolas

Uma das ações de ressocialização que o governo do Estado, por meio do Instituto de Administração Penitenciária (Iapen), desenvolve com os reeducandos que cumprem pena no Complexo Francisco D’Oliveira Conde é o cultivo de plantas nativas da Região Amazônica.

Esse projeto é feito em unidade com Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), que, por sua vez, fornece as mudas e sementes ao Iapen para que os reeducandos cultivem as plantas dentro da penitenciária.

Reeducandos dos regimes fechado e semiaberto trabalham no cultivo de plantas que são entregues a produtores rurais (Foto: Cedida)
Reeducandos dos regimes fechado e semiaberto trabalham no cultivo de plantas que são entregues a produtores rurais (Foto: Cedida)

“A produção dessas mudas é repassada ao Incra, que realiza a distribuição em assentamentos de reforma agrária. Os reeducandos cuidam de plantas ornamentais para jardinagem e arborização”, explicou a gerente de Trabalho e Produção do Iapen, Jerlândia Salles.

Atualmente, são 28 reeducandos envolvidos nesse trabalho. Desses, 24 são homens, e quatro, mulheres. “Essa é uma forma de serem inseridos na qualificação profissional, pois essas ações são fundamentais na política de ressocialização do Iapen, com geração de trabalho para remição das penas e fazem parte de um eixo central da nova diretriz estabelecida pela gestão”, ressaltou o diretor-presidente do Iapen, Martin Hessel.

Promovendo o reflorestamento

Desde abril deste ano, o projeto de Assentamento Alcoobras, localizado em Capixaba, é beneficiado com as mudas. O Iapen e o Incra pretendem entregar mais de 100 mil plantas para 150 produtores daquela localidade.

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