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Economia

Empreendedorismo e Planejamento alinham novas ações de desenvolvimento econômico

Luana Lima
23.01.2019 15:59
Atualizado 23.01.2019 às 16:04

Em visita à Seplan, Eliane Sinhasique definiu com Rafael Bastos as primeiras medidas a serem tomadas na SEET

Com o direcionamento no desenvolvimento econômico acreano e um novo conceito de empreendedorismo, a secretária de Estado de Empreendedorismo e Turismo, Eliane Sinhasique e o secretário de Estado de Planejamento, Rafael Bastos, traçaram as novas ações que serão executadas pela SEET.

Nesta primeira conversa, o objetivo foi de definir os caminhos que serão adotados para desenvolver o empreendedorismo e o turismo no Acre. “Saindo daquela matriz antiga de distribuições de equipamentos aleatórios, a nossa ideia é desenvolver uma nova atitude empreendedora com o  povo acreano, descobrindo empreendedores que já tem um embrião de empresas, que podem passar positivamente na economia local, gerando renda”, ressaltou Eliane.

Os trabalhos da secretaria serão aprimorados em uma nova concepção de empreendedorismo, por meio de capacitação e incentivo com a pretensão de contribuir para a formação de novos empreendedores, de modo a apresentá-los alternativas para manutenção no mercado diante da concorrência exacerbada, proporcionando assim qualificação profissional em aspectos operacionais e gerenciais, através de parcerias com o Sebrae/AC, a Universidade Federal do Acre (Ufac) e outros parceiros.

Os gestores traçaram as novas ações que serão executadas pela SEET (Foto: Cedida)

“Essas ações da secretaria se darão com várias mãos, o foco estará também na preparação do acreano para uma cultura empreendedora, a cultura da iniciativa, do faça você mesmo, da criatividade” explicou a secretária da SEET.

O secretário de Planejamento, Rafael Bastos e sua equipe, se comprometeram em desenhar o novo modelo de ações da SEET, dando todo o suporte para a captação de recursos, buscando as linhas de crédito existentes para execução das demandas. “Temos que identificar os empreendedores, obter os recursos necessários e provocar uma mudança de hábitos, uma cultura focada no trabalho, gerando renda, e assim, dignidade humana”, finalizou Eliane.

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