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Geral

Assistência Social e Saúde discutem programas Primeira Infância e Criança Feliz no Acre

Luana Lima
02.08.2019 20:13
Atualizado 02.08.2019 às 20:13

Reunião contou com a presença das equipes dos programas PIA e Criança Feliz

Visando buscar a integração dos programas Primeira Infância Acreana (PIA) e Criança Feliz, representantes do Governo do Estado do Acre, por meio das Secretarias de Estado de Assistência Social, dos Direitos Humanos e de Políticas para as Mulheres (SEASDHM) e de Estado de Saúde (Sesacre) se reuniram, na manhã desta sexta-feira, 2, com a senadora Mailza Gomes (Progressista).

A reunião que contou com a presença das equipes dos programas PIA e Criança Feliz teve como objetivo, articular encaminhamentos que possibilitem a unificação das ações dos dois programas, observando a experiência de outros estados que unificaram o trabalho.

A senadora Mailza Gomes explicou que essa temática já vem sendo debatida desde o início do ano, para assegurar a continuidade do PIA. Como são programas semelhantes, ela observou que em Porto Alegre e em Fortaleza a junção das ações deu certo e tem apresentado bons resultados.

“Em reuniões que estive em Brasília e em visita ao Ministério da Cidadania, o consenso é que o trabalho em conjunto dos programas, cabe a gestão estadual decidir como quer executar”, enfatizou Mailza Gomes.

“Ambas as secretarias são importantes para a execução desses programas, que tem beneficiado a primeira infância. Com a aprovação das secretarias de Assistência Social e a Secretaria de Saúde, as equipes poderão vivenciar o trabalho desenvolvido por esses dois estados e planejar como poderemos fazer essa sugestão em nosso estado”, completou a senadora.

Para a secretária de Estado, Claire Cameli, essa reunião é muito importante, pois agrega um trabalho em conjunto e atende o desejo de desenvolvimento do governador Gladson Cameli que é levar saúde, educação e segurança à população.

“Entendo que temos que iniciar o trabalho social, a partir da primeira infância. Esses programas envolvem ações de educação, segurança, saúde e assistência social, com essa unidade poderemos resolver muitos problemas e vermos as nossas crianças e suas famílias recebendo o melhor tratamento do nosso Estado e dos municípios”, ressaltou a secretária, Claire Cameli.

Reunião teve o objetivo de articular encaminhamentos que possibilitem a unificação das ações dos dois programas, observando a experiência de outros estados Foto: Neto Lucena

A secretária de Estado de Saúde, Mônica Kanaan, salientou que é importante que todos os municípios estejam envolvidos, para adesão dos programas, pois são os municípios por intermédio, dos agentes de saúde e dos visitadores, que executam este trabalho.

“É admirável essa proposta da senadora Mailza e a observação que as equipes terão ao conhecer in loco, os estados que realizam essa unificação dos programas, pois assim poderemos aplicar um modelo à nossa realidade e até mesmo incluir o programa Melhor em Casa e levar à comunidade o cuidado não só com a primeira infância, mas com toda a família”, disse Mônica Kanaan.

A coordenadora do Programa Primeira Infância Acreana, Priscylla Aguiar, explicou que o PIA foi criado com o objetivo de qualificar o atendimento da rede de serviços destinada às gestantes e as crianças menores de seis anos.

“A intenção agora é conhecer os estados que realizam esse trabalho com os programas integrados e desenhar uma proposta dentro da nossa realidade e integrar a visita dos programas. Temos a autorização da secretária de Saúde para observarmos o trabalho desenvolvido por Porto Alegre e Fortaleza e acredito que essa união dará certo”, disse Priscylla Aguiar.

A coordenadora Estadual do Programa Primeira Infância do Sistema Único de Assistência Social – Criança Feliz, Cristina Duarte, disse que 18 municípios já aderiram ao Programa Criança Feliz e a proposta é que os 22 municípios venham a aderir e que sejam parceiros na execução de uma nova proposta.

“Através desse intercâmbio poderemos verificar não só esses programas que estes estados realizam em conjunto, mas outros programas de saúde. Vamos poder ver, como são feitas, as visitas que eles realizam em conjunto e a partir dessa vivência poderemos ter um projeto-piloto”, salientou Cristina Duarte.

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