Combate à criminalidade na fronteira é tema de encontro

O diretor-geral da Polícia Civil do Acre, José Henrique Maciel Ferreira, recebeu na manhã de quarta-feira, 4, a visita do secretário de Segurança e Cidadania do Departamento de Pando, Pedro Villa, do presidente da Associação dos Empresários Privados de Pando, Geraldo Lima e do empresário Ruben Ortiz. Participaram do encontro também os delegados Cleylton Videira dos Santos, assessor técnico da direção-geral e o delegado Marcus Cabral, coordenador da Divisão Especializada em Investigações Criminais.

O objetivo da visita foi traçar estratégias de combate ao enfrentamento à criminalidade e das organizações criminosas na região de fronteira, além da elaboração de um termo de cooperação técnica para criação de um canal de troca de informações e inteligência entre as policiais acreana e boliviana.

O objetivo da visita foi traçar estratégias de combate ao enfrentamento à criminalidade e das organizações criminosas na região de fronteira Fotos: Cedidas

“Temos acompanhado o trabalho das forças policiais do Acre e a seriedade com que o enfrentamento ao crime organizado é tratado, por isso estamos aqui para estabelecermos uma possível parceria entre Acre e Bolívia para o combate a esses criminosos, com ações integradas e troca de informações”, explicou o secretário Pedro Villa.

O diretor-geral da Polícia Civil, Henrique Ferreira, se colocou à disposição para tratar sobre a construção de uma agenda positiva junto à Secretaria de Justiça e Segurança Pública com reuniões em Cobija, fronteira com a cidade Brasileia e também na Vila Evo Morales, na divisa com a cidade acreana de Plácido de Castro.

“Recebemos com muita satisfação a comitiva boliviana aqui na Polícia Civil e tivemos uma reunião muito produtiva. São pessoas que realmente querem trabalhar irmanados no combate à criminalidade na fronteira do Acre com a Bolívia. Me comprometi em levar tudo o que foi tratado nessa reunião ao secretário de Segurança e já deixamos pré-agendada outras duas reuniões, onde, convidaremos, além dos órgãos de segurança, mas também Receita Federal e outros, para traçarmos estratégias de ações integradas na região de fronteira”, disse Ferreira.