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Alagação

Coordenador da Defesa Civil e prefeita vistoriam áreas afetadas em Brasileia

Da Redação
17.02.2017 15:04
Atualizado 17.02.2017 às 15:04

Gestores fiscalizaram as áreas e conversaram com a população (Foto: Fernando Oliveira/Secom)

Em decorrência da elevação do Rio Acre em Brasileia, oito famílias tiveram que ser removidas de suas residências. Na manhã desta sexta-feira, 17, o coordenador da Defesa Civil Estadual, coronel Carlos Batista, e a prefeita Fernanda Assem vistoriaram as áreas afetadas pela cheia.

No município, o Rio Acre encontra-se um pouco abaixo da cota de transbordamento, que é de 11,40 metros, registrando na tarde de hoje a marca de 10,73 metros. As famílias afetadas são residentes da parte baixa da cidade, nos bairros Eldorado e Cageacre.

Dois bairros foram afetados e oito famílias, removidas (Foto: Fernando Oliveira/Secom)

“Estamos fazendo vistoria em alguns pontos que podem representar perigo aos pedestres e motoristas e tomando as medidas necessárias para garantir a segurança da população, para prevenir e remediar danos”,  frisou a prefeita de Brasileia, Fernanda Assem.

Segundo o coordenador da Defesa Civil Estadual, coronel Carlos Batista, a previsão é de que nas próximas horas o nível do rio se estabilize.

“O Rio Acre continua subindo, mas a tendência é de que se estabilize e reduza seu nível nas próximas horas. Mas a gente precisa continuar acompanhando e prestando assistências às famílias”, explicou.

O mesmo rio em Assis Brasil reduziu drasticamente sua cota. Na última quarta-feira, 15, o manancial registrou a marca de 11,41 metros, mas nesta sexta-feira apresentou a cota de 5,03 metros, o que indica uma vazante que também deve ocorrer em Brasileia.

Apesar de a previsão ser de chuva moderada na região do Alto Acre, Batista acredita que isso não deve influenciar no agravamento da situação atual. “São chuvas dentro da média, mas, pelo que a gente viu, não devem impactar tanto na subida do rio”, ponderou.

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