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Educação

Educação explica remanejamento de professores e de turmas da EJA

Stalin Melo
04.09.2019 16:13
Atualizado 04.09.2019 às 16:13

O secretário de Educação, Cultura e Esportes (SEE), professor Mauro Sérgio Ferreira da Cruz, atendeu a uma solicitação nesta quarta-feira, 4, da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) para explicar sobre o remanejamento de professores e de turmas da Educação de Jovens e Adultos (EJA).

Estava acompanhado da diretora de Ensino, professora Denise Santos e da coordenadora da EJA, professora Clícia Araújo. Aos parlamentares foi explicado sobre a redução do número de alunos do primeiro para o segundo semestre e também o número de professores.

Secretário Mauro Cruz explicou as ações da SEE no que diz respeito a Educação de Jovens e Adultos Foto: Stalin Melo

No início do ano haviam em torno de 19 mil estudantes nesta modalidade de ensino e, após realizarem a rematrícula, ficou em torno de 12 mil alunos. Para a equipe da SEE, há uma estratégia a ser desenvolvida a partir do ano que vem que é a implantação de núcleos da EJA nos bairros e também nos municípios como forma de reduzir a evasão.

O secretário Mauro Cruz também explicou sobre a contratação de professores provisórios na rede de ensino. O aumento no número de profissionais se deu em decorrência do fato de que, até o ano passado, haver alunos com deficiência atendimento na rede. Este ano, todos os alunos tem acompanhamento de algum profissional, seja mediador ou assistente educacional.

“No início do ano a gente tinha uma estrutura para atender a essa modalidade de ensino muito importante para nós, que é a EJA e a partir de agosto passamos a ter outra estrutura, então tivemos que nos adaptar a partir dessa redução de alunos”, afirmou o secretário.

Equipe da SEE na comissão de Educação da Aleac Foto: Stalin Melo/SEE

Já em relação aos professores, são em torno de 600 alunos que trabalham na EJA, deste 260 somente na capital, sendo a maioria contratos provisórios ou diretos. “Esses contratos, inclusive os provisórios, são maioria principalmente no interior, onde a gente precisa contratar professores, sobretudo em regiões distantes e de difícil acesso”, acrescentou.

Para reduzir a instabilidade dos profissionais na rede, o secretário acrescentou, aos parlamentares, que a partir deste mês de setembro 200 professores estão assinando contratos efetivos na SEE, uma vez que foram aprovados em concurso público e outros 345 serão chamados no início do ano que vem.

“Estamos trabalhando para ter uma rede mais estável, com professores efetivos e, concomitante e isso, reduzir a quantidade de contratos temporários e também contratos diretos”, explicou.

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