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Agronegócio

Estado fará diagnóstico para reformular programas de fomento à produção rural

Samuel Bryan
19.03.2019 13:18
Atualizado 21.08.2019 às 17:45

O governo do Estado, por meio da Secretaria de Produção e Agronegócio (Sepa), se prepara para fazer um diagnóstico da aplicação de programas de desenvolvimento de áreas rurais financiados por bancos internacionais.

Em reunião realizada no auditório da Sepa nesta segunda-feira, 19, diretores da secretaria e representantes dos escritórios técnicos de Senador Guiomar, Bujari e Rio Branco detalharam um plano de força-tarefa para fazer a análise da aplicação do Programa de Desenvolvimento Sustentável do Estado do Acre (PDSA) Fase 2, que recebeu em seu último investimento 26 milhões de dólares para o desenvolvimento das cadeias da bacia leiteira, suinocultura, fruticultura, castanha e borracha.

Encontro contou com a presença de representantes dos escritórios técnicos de Senador Guiomar, Bujari e Rio Branco (Foto: cedida)

 

“Precisamos fazer uma forte ação conjunta com visitas em campo, reunindo os servidores da Sepa e as empresas técnicas contratadas para fazer todo um levantamento para que várias atividades e programas não se percam”, conta Eneide Taumaturgo, chefe do Departamento de Planejamento e Monitoramento.

O principal objetivo do diagnóstico é reprogramar as ações de desenvolvimento de comunidades rurais, principalmente de assistência técnica. Os convênios internacionais ainda possuem recursos a serem aplicados e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) deu carta branca para que a nova gestão estadual possa fazer as mudanças adequadas a partir da análise das ações anteriores.

PDSA

A segunda fase do Programa de Desenvolvimento Sustentável do Estado trabalha para promover as cadeias de valor e fortalecer a gestão pública florestal e agroflorestal do Estado.

Com esse programa, o governo está investindo 120 milhões de dólares em projetos que envolvem as cadeias produtivas da agricultura familiar e atividades florestais, de forma sustentável.

Com isso, o governo garante a diversificação da economia, investindo em cadeias produtivas como a castanha, o látex de seringueira, a fruticultura, o açaí e a suinocultura, além de apoiar o manejo florestal comunitário.

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