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Segurança

Forças de Segurança e motoristas de aplicativos discutem medidas para evitar situações de riscos

Alamara Barros
07.08.2019 17:11
Atualizado 07.08.2019 às 17:39

Com o objetivo de esclarecer os últimos acontecimentos com os motoristas de aplicativo, o secretário de Justiça e Segurança Pública do Acre, Paulo Cézar Santos, se reuniu com demais autoridades das forças de segurança e representantes dos aplicativos para discutir alternativas que assegurem a integridade física da categoria.

“Nós vamos estabelecer algumas medidas preventivas no sentido de promover um treinamento adequado aos motoristas de aplicativos, para que saibam como evitar situações de risco e até como reagir caso venha a acontecer. Já nas medidas repressivas, é pedir à categoria que facilite a investigação policial quando ocorrer qualquer delito que tenha como vítima esses motoristas”, destacou.

Segurança se reuniu com representantes dos motoristas de aplicativos para discutir alternativas para garantir integridade física da categoria Foto: Sejusp

O motorista de aplicativos, Rodrigo Vale, que representou a categoria na reunião, disse estar satisfeito com as propostas da segurança. “A gente sai daqui satisfeito com a posição do secretário e demais autoridades que se mostraram dispostos a tomar medidas que possibilitam que a categoria trabalhe de forma assegurada. Agora com essa integração da segurança pública com a nossa cooperativa e um treinamento futuro que foi acordado na reunião, acredito que as coisas se tendem a melhorar”, disse.

Durante a reunião foi discutido o rigor que deve ser exigido no cadastramento e ingresso desses profissionais nas empresas. De acordo com o delegado de Polícia Civil, Sérgio Lopes, cerca de cinco pessoas indiciadas por envolvimento com o crime eram motoristas de aplicativos, colocando em risco a vida do consumidor desse serviço.

Para o secretário Paulo Cézar é necessário uma investigação minuciosa das pessoas que pretendem ingressar nesses aplicativos. “É importante verificar quem é o público e fazer uma triagem dessas pessoas que estão efetivamente realizando esse tipo de serviço, até como forma de proteger o consumidor também”, completou.

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