Governo apoia Cooperativa Nova Cintra para produção sustentável e geração de renda

[vc_row full_width=”stretch_row” full_height=”yes” columns_placement=”bottom” parallax=”content-moving” parallax_image=”353723″ css=”.vc_custom_1541689058610{margin-top: -250px !important;}”][vc_column][vc_custom_heading text=”Governo apoia Cooperativa Nova Cintra para produção sustentável e geração de renda” font_container=”tag:h2|font_size:40|text_align:center|color:%23ffffff” google_fonts=”font_family:Anton%3Aregular|font_style:400%20regular%3A400%3Anormal”][/vc_column][/vc_row][vc_row css=”.vc_custom_1541687425656{background-color: #ffffff !important;}”][vc_column][vc_video link=”https://youtu.be/xQVqGbTurGc”][vc_column_text]A agricultura familiar e a produção florestal sustentável ganharam ainda mais força com as políticas públicas implementadas pelo governador Tião Viana, em suas duas gestões. Na região do Juruá pode-se visitar duas comunidades que participam ativamente deste projeto de desenvolvimento sustentável, que garante inclusão social, geração de renda e conservação.

Em Rodrigues Alves, na comunidade Nova Cintra, à margem do Rio Juruá, encontra-se um modelo de atividade coletiva na extração do óleo de murmuru e na execução do projeto de fruticultura. As duas ações são iniciativas do governo do Estado em conjunto com os moradores, como estratégia de alternativa econômica.

O governo do Estado investiu mais de R$ 500 milhões na agricultura familiar nos últimos sete anos. O trabalho executado em sua maior parte pela Secretaria de Extensão Agroflorestal e Produção Familiar (Seaprof), promoveu, principalmente, as cadeias produtivas da fruticultura, suinocultura, piscicultura, da castanha, borracha, mandioca e outras, mantendo uma diversificação da economia rural. E deixa agora, mais de R$ 66,9 milhões em caixa para investimentos na próxima gestão.

Jotinha (Foto: Sérgio Vale/Secom)

José Queiroz, o “Jotinha”, tesoureiro da Cooperativa Nova Cintra (Coopercintra) explica como os empreendimentos realizados têm contribuído com o desenvolvimento da comunidade. “O importante, para gente hoje que vive na floresta, é geração de renda, não desmatar, não utilizar o fogo e ter uma cadeia produtiva que seja rentável e com uma boa perspectiva de recuperação social e ambiental, especialmente familiar. O murmuru, assim como outras cadeias tiradas da floresta, é um valor a ser agregado”, afirma.

A produção do óleo de murmuru inicia com a coleta do coco específico, dentro da mata, em seguida, a cooperativa percorre todo o Rio Juruá, entre Marechal Thaumaturgo, Porto Walter, até Cruzeiro do Sul. Recentemente, o grupo foi contemplado com uma balsa, pelo governo do Estado, que ampliou a capacidade em cada safra.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row full_width=”stretch_row_content” full_height=”yes” parallax=”content-moving” parallax_image=”353698″][vc_column][/vc_column][/vc_row][vc_row css=”.vc_custom_1541687437512{background-color: #ffffff !important;}”][vc_column][vc_column_text]A quebra do coco e extração do óleo, com a venda do produto em seguida, começou em 2013, após investimento por meio do primeira fase do Programa Global REM (REDD for Early Movers – pioneiros na conservação), do governo do Acre com o Banco Alemão KfW.

A primeira tirada, em 2014, foi de 3.2 toneladas de óleo vendidos a R$ 14 o litro. Crescendo a cada ano, a produção chegou ao pico em 2016, com 19.6 toneladas de óleo vendidos entre R$ 16 e R$ 17 o litro. Em 2017, a cooperativa conseguiu 16.5 toneladas de óleo e continua trabalhando para manter a boa média. Atualmente, 180 famílias estão envolvidas na coleta e na manufatura, sendo que agora são 102 sócios diretos na Coopercintra.

O óleo de murmuru é vendido para empresa de cosméticos (Foto: Sérgio Vale/Secom)

“A gente vê as pessoas com olhar diferente. No início, não acreditavam, agora você chega em uma comunidade e já vêm perguntando: ‘quando vocês vêm buscar os coquinhos?’. Isso faz com que a gente se sinta gratificado com o serviço que presta para a sociedade e principalmente para aquelas famílias que estão no beiradão do rio”, declara, com um grande sorriso, Jotinha.

O produtor afirma ainda que este resultado só é possível com a atenção que o governo de Tião Viana e sua equipe tiveram. “Nós só conseguimos ser isso que somos hoje, graças aos incentivos e recursos oriundos do governo, que valorizou a Cooperativa Nova Cintra e as famílias do beiradão do Rio Juruá. O Acre é uma terra onde a gente pode buscar e encontrar, dentro da floresta, aquilo que outros estados e países não têm, que a biodiversidade, a riqueza e o bem-estar”, finaliza Jotinha.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row parallax=”content-moving”][vc_column][vc_custom_heading text=”Texto de Arison Jardim – Fotos de Sérgio Vale – Video de Pedro Devani” font_container=”tag:h4|font_size:20|text_align:center|color:%230a0a0a” google_fonts=”font_family:Antic%3Aregular|font_style:400%20regular%3A400%3Anormal”][vc_custom_heading text=”Rio Branco – 9 novembro de 2018″ font_container=”tag:h4|font_size:15|text_align:center|color:%230a0a0a” google_fonts=”font_family:Antic%3Aregular|font_style:400%20regular%3A400%3Anormal”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]

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