Governo conclui atividades de fomento e assistência técnica em Brasileia

No município já foram construídas seis casas de vegetação, das dez previstas para o ano de 2011

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Uma equipe de técnicos da Secretaria de Estado de Extensão Agroflorestal e Produção Familiar (Seaprof) visitou o Polo Agroflorestal de Brasileia, na última quinta-feira, 14, para acompanhar os trabalhos que vem sendo desenvolvidos (Foto:Assessoria Seaprof)

Uma equipe de técnicos da Secretaria de Estado de Extensão Agroflorestal e Produção Familiar (Seaprof) visitou o Pólo Agroflorestal de Brasiléia, na última quinta-feira, 14, para acompanhar os trabalhos que vem sendo desenvolvidos como a construção de casas de vegetação, mecanização de áreas e distribuição de mudas do Programa Florestas Plantadas e construção de açudes do Programa de Desenvolvimento da Piscicultura.

Em Brasileia já  foram construídas seis casas de vegetação, das dez previstas para o ano de 2011. Cada família beneficiada recebeu um kit, que contém todo o material necessário a construção da estrutura física além de sementes de hortaliças necessárias para o plantio. Todo o programa é voltado para beneficiar o produtor familiar e promover a elevação da qualidade de vida, com a utilização sustentável dos recursos naturais.

Para acompanhar a construção das casas de vegetação, o técnico extensionista Raimundo Dias tem percorrido comunidades como o ramal do quilômetro 17, quilômetro 13 e 29 localizados na Estrada do Pacífico. De acordo com Dias a previsão é que as 10 casas de vegetação destinadas ao município de Brasiléia estejam construídas até o final deste mês de outubro.

Outro programa desenvolvido e que vem sendo acompanhado pela Seaprof, trata-se do programa Florestas Plantadas. Em Brasiléia o programa vai atender 74 famílias distribuídas em diversas comunidades rurais do município. Todo o apoio de preparo da área e assistência técnica será dado pelo Governo do Estado, além das mudas de seringueira e frutíferas.

O Programa Florestas Plantadas tem quatro linhas: florestas energéticas, de produção, frutíferas e uma voltada para a utilização em móveis e artefatos. A primeira a ser trabalhada pelo Governo do Estado é a de produção, que agrega as espécies de castanheira e seringueira. A ideia do programa não é apenas plantar árvores para reflorestar áreas alteradas. Tudo faz parte de uma lógica de sustentabilidade trabalhada no conceito de gerar renda a partir da floresta em pé. Seringueiras e castanheiras, por exemplo, são duas espécies com potencial produtivo dentro da economia de base florestal.

Em relação ao Programa de piscicultura, onze comunidades em Brasileia já foram beneficiadas com a construção de açudes. No Pólo Agroflorestal, de acordo com Reinaldo Bomfim, encarregado do programa em Brasiléia, a previsão é de que 40 famílias sejam contempladas somente no Pólo Agroflorestal, além das demais comunidades que ainda serão beneficiadas com o programa no município.

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