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Governo

Governo critica boato sobre atraso do pagamentos de servidores

Nayara Lessa
10.05.2019 13:18
Atualizado 10.05.2019 às 15:46

“A Secretaria de Gestão Administrativa e a Secretaria da Fazenda vêm trabalhando todos os meses para pagar em dia a folha dos funcionários públicos, que é nossa prioridade de governo. Não trabalhamos com a possibilidade do não pagamento”. Esta foi a resposta da secretária de Estado da Fazenda, Semírames Dias, ao ser questionada nesta sexta-feira, 10, sobre o boato que levantava possível atraso no pagamento dos servidores do Estado.

A secretária explicou ainda que o compromisso do governo com o funcionalismo público estadual é algo incontestável. “O compromisso do governador é dar segurança ao nosso Estado. Como a União fica com 70% dos nossos recursos é plano do governador que parte desses recursos sejam remanejados para os Estados. Por isso, estamos apostando e acreditando na reforma da Previdência”, comentou Semírames.

Semírames Dias, secretária de Fazenda (Foto: Marcos Vicentti/Secom)

Compromisso do governo

O governador Gladson Cameli reafirmou na quarta-feira, 8, em Brasília, no café com o presidente Jair Bolsonaro, a necessidade da aprovação, o mais rápido possível, da reforma da Previdência, bem como do alinhamento final do Pacto Federativo para que o país retome seu crescimento e os Estados possam almejar dias melhores.

O Pacto Federativo tem o objetivo de apontar proposições legislativas que possam contribuir para melhorar a situação financeira dos entes federados e ajudar a remover gargalos que impedem o crescimento.

Cameli disse que o déficit previdenciário é um dos grandes pesos desfavoráveis na balança econômica do país. “Continuamos firmes na composição de um pensamento único com a bancada Federal do Acre, para que a aprovação da reforma seja consenso, até como forma de abrir possibilidades de desenvolvimento para o Acre”, afirmou.

O governador ainda disse que para que o Pacto Federativo saia é necessário aprovação da reforma da Previdência. “No mês de janeiro tivemos um déficit de R$ 40 milhões. Nós iremos precisar decretar Estado de calamidade financeira, caso essa reforma não seja aprovada. Mas quero assegurar a população do nosso Estado, que estamos trabalhando duro para que todos esses problemas sejam resolvidos e possamos fazer nosso Acre crescer e gerar emprego e renda. Esse é o nosso compromisso”, finalizou.

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