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Meio Ambiente

Integrantes do Governo do Acre participam de encontro sobre programa REM no Ministério do Meio Ambiente

Dilma Tavares
01.06.2019 17:14
Atualizado 01.06.2019 às 19:44

A equipe acreana apresentou as ações desenvolvidas por meio desse programa, que premia países e estados pioneiros na conservação florestal

Integrantes do Instituto de Mudanças Climáticas do Acre (IMC) e das secretarias do Meio Ambiente e de Planejamento e Gestão participaram, nesta sexta-feira, 31, de reunião no Ministério do Meio Ambiente que tratou sobre as ações desenvolvidas no País por meio do Programa Global REDD Early Movers (Programa REM para pioneiros de REDD+). O programa é desenvolvido com recursos do banco alemão KFW como compensação pela redução de emissões de gases de efeito estufa, oriundos do desmatamento e da degradação florestal.

A reunião contou com a participação do secretário de Qualidade Ambiental do MMA, André Luiz Felisberto França, de integrantes da KFW, do Reino Unido e do procurador do Acre em Brasília, Francisco Armando Melo. Além de representantes do Acre, que é pioneiro no desenvolvimento dessas ações, participaram equipes do Mato Grosso, que é o segundo Estado a atuar na área. O objetivo foi apresentar as ações desenvolvidas por cada órgão participante na busca de alinhamento de ações, além de ouvir o MMA a respeito da atualização da estratégia de REDD+ do Brasil.

O Acre está executando a segunda fase do programa, que envolve ações voltadas para a melhoria da qualidade de vida das comunidades tradicionais como índios, extrativistas, ribeirinhos, além de pequenos produtores da agricultura familiar.

“No atual governo do Estado do Acre, essa política está aliada e caminha na perspectiva de geração de emprego e renda, o que requer assistência técnica aplicada e qualificada”, explicou o presidente do Instituto de Mudanças Climáticas do Acre, Carlito Cavalcanti.

Segundo informações divulgadas na reunião pelo Ministério do Meio Ambiente, o país tem interesse na redução do desmatamento e ações nessa área estão sendo ajustadas e melhoradas, como a Info Hub, plataforma digital onde são registrados os desmatamentos e avaliada a emissão de gás carbônico.

“O governo preza por resultados que melhorem a vida de todos”, disse o secretário André Luiz, explicando que as iniciativas desenvolvidas por meio do programa REM podem ser exemplos disso.

De acordo com a coordenadora do Programa Global REDD Early Movers, Christiane Ehringhaus, atualmente o KFW dispõe de R$ 300 milhões de Euros para investir no programa REM em diversos países. Mas lembrou que existem condições para se tornar elegível para a obtenção dos recursos, como capacidade de execução financeira e resultado comprovado na melhoria das condições de vida das populações locais e na promoção do desenvolvimento sustentável.

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