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Saúde

Laboratório Charles Mérieux começa a funcionar em abril

Wesley Moraes
29.03.2019 16:49
Atualizado 04.04.2019 às 10:14

O governador do Estado do Acre, Gladson Cameli, conheceu na manhã desta sexta-feira, 29, as instalações do Laboratório de Biologia Molecular Charles Mérieux e assegurou o funcionamento da unidade em sua plenitude a partir do mês de abri.

“A nossa intenção é que este Laboratório funcione imediatamente para atender a nossa população e quero parabenizar a Fundação Mérieux por ter esse olhar especial para a Amazônia”, ressaltou.

Governador visitou as instalações do laboratório (Foto: Odair Leal/Secom)

A unidade é a mais moderna do Brasil no que diz respeito a realização de pesquisas relacionadas a doenças tropicais. Para o presidente da Fundação Hospital Estadual do Acre (Fundhacre), Lúcio Brasil, a conclusão do processo de doação do Laboratório demonstra o compromisso da nova gestão em melhorar, cada vez mais, a Rede Pública de Saúde.

“Este Laboratório tem capacidade para estudar todos os vírus comuns na Amazônia e isso é um grande presente que o Acre ganhou da Fundação Mérieux que com certeza irá nos ajudar por muitos anos na realização de diagnósticos”, argumentou.

Jefté Teixeira da Silva está desenvolvendo seu estudo de doutorado em Biomedicina no Laboratório Charles Merieux. O profissional ressaltou a importância do local para a realização de estudos por meio de avançados equipamentos.

“O Laboratório nos traz a possibilidade de trabalhar em um local que tem a mesma estrutura em países de primeiro mundo e que estamos tendo o privilégio de ter acesso aqui no Estado do Acre”, concluiu.

Sobre o laboratório

Localizado na Fundação Estadual Hospital do Acre (Fundhacre), o Laboratório Charles Mérieux foi inaugurado em 2016. A unidade é uma das mais modernas do país para a realização de estudos na área de doenças tropicais. O investimento realizado pela fundação francesa na construção e aquisição de equipamentos foi de R$ 10 milhões.

O moderno laboratório de biologia molecular permite o desenvolvimento de pesquisas em diversas doenças endêmicas, hepatites virais, tuberculose, entre outras, além de servir de campo para formação de recursos humanos na área de diagnóstico molecular.

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