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Segurança

Relatório do Ministério Público aponta redução de homicídios e roubos nos primeiros três meses de 2019

Lilia Camargo
31.03.2019 8:34
Atualizado 04.04.2019 às 14:00

O número ainda é tímido, mas expressa que houve uma redução dos crimes de homicídios e roubos em todo o estado. É o que aponta o relatório que monitora a Segurança Pública feito pelo Ministério Público do Acre. O período demarcado no relatório é de 1 de janeiro a 29 de março deste ano.

Segundo os dados, o estado apresentou uma redução no número de mortes violentas de 25,7% se comparado ao mesmo período do ano passado.  Dos 22 existentes no Acre, oito não tiveram homicídios registrados até 29 de março.

A capital apesar de concentrar 67% dos crimes contra a vida ocorridos em todo o estado este ano, apresentou redução de 11,5%. Nos municípios do interior o que mais se destacou foi Cruzeiro do Sul com a expressiva redução de 86% neste primeiro trimestre. Capixaba que no ano passado registrou quatro assassinatos, este ano ainda não registrou nenhuma morte violenta.

Operação Saturação deflagrada no início do ano ajudou a reduzir índices (Foto: Assessoria/PMAC)

No que diz respeito à crimes contra o patrimônio, o relatório do Ministério Público monitorou os registros da capital acreana do dia 1 de janeiro ao dia 18 de março. A redução apresentada foi de 23,1% e a média diária dos assaltos caiu de 23 ocorrências em 2018, para 17 em 2019.

No que tange as cinco regionais da capital, todas apresentaram redução dos assaltos, contudo a segunda regional é a que mantém a mesma incidência de crimes no período de comparação.

Para o Secretário de Estado e Justiça da Segurança Pública, Coronel Paulo Cezar, esses números refletem as ações desencadeadas desde o início da gestão.

“Esses números não refletem apenas a utilização do policiamento ostensivo que reforçamos nesses meses, mas também as medidas adotadas nos presídios no interior do estado, onde houve expressiva redução de crimes. Toda semana o Sistema Integrado se reúne e debatemos estratégias com decisões compartilhadas  e consequentemente as ações que carecem de apoio mútuo  são definidas de forma mais célere, resultando na maior presença policial nas ruas”, destacou.

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