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Geral

Socorristas do Samu passam por capacitação no transporte aéreo de pacientes

Lilia Camargo
30.01.2019 17:54
Atualizado 30.01.2019 às 18:03

Cerca de 30 profissionais entre médicos, enfermeiros, técnicos e socorristas do Serviço de atendimento Móvel de Urgência (Samu), passaram nesta terça-feira, 29, pela última fase de treinamento com o helicóptero João Donato. A aeronave, de propriedade do Estado, será utilizada a partir de março, como um meio de suporte técnico aéreo, que tornará possível o transporte de pacientes de um município para outro.

O objetivo é assegurar o devido atendimento às vítimas com maior necessidade de transferência, salvar vidas e também promover a redução dos altos custos, que antes eram gerados ao orçamento da saúde estatal, com o transporte emergencial via terrestre.

Nesta última fase do treinamento os profissionais da Saúde tiveram noções de operações aéreas como técnicas de embarque e desembarque, o uso e transporte dos equipamentos de suporte médico, preparo da área de pouso, sinalização e outros procedimentos necessários para a capacitação dos socorristas.

Equipe do Samu em treinamento (Foto: Asscom/Sesp)

“Nas últimas semanas o Ciopaer esteve em treinamento tanto para capacitação e aprimoramento do público interno bem como com a capacitação estendida aos profissionais da área de saúde. Esse trabalho é necessário para promover a segurança nas nossas operações e evitar eventuais incidentes, disse o comandante do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), coronel Cleyton Almeida.

O comandante destaca ainda a relevância da capacitação que, caso não seja devidamente ministrada pode ser letal.

“Nós vamos trabalhar com vidas e toda vez que temos o emprego da aeronave, quer seja dentro de um ambiente seguro como um hangar, aeroporto ou aeródromo, nós temos uma rotina e cada vez que pousamos em um local não homologado, um terreno baldio, um campo de futebol, temos uma série de outros fatores que temos que ficar atentos a questão da segurança.
Um vez que os rotores estão em giro, eles podem tocar em objetos ou pessoas e podem gerar um incidente ou até mesmo o óbito então essa capacitação é de suma importância tanto aos nossos profissionais internos como aos profissionais do Samu”, finalizou.

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