Saúde

Sesacre lança campanha de doação de sangue

Da Redação
09.05.2008 15:04
Atualizado 09.05.2008 às 15:04

Campanhas incentivando a doação de sangue são freqüentes, e desta vez a busca por doadores ganhou aliados especiais: os funcionários da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), que lançou em comemoração ao Dia das Mães a campanha "Doação de vida, doação de sangue". O objetivo é sensibilizar mães e filhos para que, durante o mês de maio, todos tenham oportunidade de fazer uma demonstração de solidariedade, com um gesto de amor ao próximo e à vida.

A Secretária Adjunta de Recursos da Sesacre, Rosa Nakamura, foi uma das primeiras doadoras da manhã desta sexta-feira, 9, marcando o início da Campanha. Segundo ela, doar sangue é um gesto muito simples, não custa nada, mas faz uma grande diferença para quem recebe. Durante todo o dia, vários funcionários da saúde estiveram presentes como voluntários no Hemoacre, que aguarda a participação seus colegas durante todo o mês.

 

"Nada mais justo que começar com os "de casa" doando sangue. Iremos permanecer durante todo o mês de maio com os funcionários da saúde doando sangue, doando vida", afirma a Diretora Geral do Hemoacre, Marlinda Carvalho. Para ela, é preciso mudar a motivação da maior parte dos voluntários, que se apresentam para doação de sangue quando algum parente ou amigo precisa de uma transfusão.

 

O que é preciso para doar – Doar sangue é simples, rápido, seguro e não dói. Todo o material utilizado na coleta é descartável, o que elimina qualquer risco de contaminação para o doador. Um engano muito comum é o doador ficar em jejum para doar sangue, o que não é recomendável. Deve-se comer frutas e sucos, mas evitar leite, manteiga e alimentos fritos antes da doação. O organismo repõe o volume de sangue doado nas primeiras 24 horas após a doação.

Para ser doador é preciso preencher alguns pré-requisitos básicos, como estar em boas condições de saúde, ter entre 18 e 65 anos, pesar no mínimo 50 quilos, não ser usuário de drogas ilícitas injetáveis, não ter comportamento sexual de risco e não ser portador de doenças transmissíveis pelo sangue (como hepatites, B e C, vírus HIV e HTLV I e II, Doença de Chagas e malária).

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